Rastreio completo do e-commerce rigolim.com.br: desempenho, segurança, estabilidade e experiência. E o caminho para uma plataforma própria, feita para a operação que a marca construiu.
A Rigolim Hair and Co cresceu: 445 mil seguidores, centenas de revendedores, cerca de 400 pedidos por dia. A plataforma que carrega tudo isso não acompanhou. Este diagnóstico mostra, com dados coletados diretamente da loja, onde a Tray limita a operação hoje: o multi-CD em beta não atende os dois centros de distribuição, o frete cai junto com os Correios, o checkout não pode ser alterado e o custo cresce na mesma proporção do faturamento.
* Valores informados pela operação Rigolim (plano Ultra, condição negociada). Os demais números foram medidos diretamente na loja em 13/08/2026. Metodologia no rodapé.
Rastreamos a loja página por página em 13/08/2026: plataforma, tema, checkout, integrações, SEO e catálogo.
| Camada | O que encontramos | Leitura |
|---|---|---|
| Plataforma | Tray Commerce (loja nº 907088), tema de prateleira "Clean - Full Shop" v1.0.8 | Template genérico |
| Checkout | Tray Checkout white-label no domínio da loja. Estrutura fechada, sem edição de HTML | Travado pela plataforma |
| Pagamento | Gateway Appmax (cartão e Pix), com resíduos de código do gateway anterior (Vindi) | Funcional |
| Apps de terceiros | ~19 serviços na home: GA4, GTM, Meta, TikTok, SmartHint, CartStack, PopConvert, MyPerfit, RD Station, Elfsight, iShorts, Nemu, HintUp, Wake e outros | Excesso: pesa e custa |
| Catálogo indexável | 109 URLs no sitemap: 73 produtos, 27 categorias e landings, 9 institucionais | Enxuto |
| SEO técnico | Schema de produto correto, mas sem avaliações (estrelas) no Google. H1 da home genérico e erro de digitação em meta keywords | Oportunidades perdidas |
| Codificação | Páginas servidas em ISO-8859-1, padrão dos anos 2000. O mercado usa UTF-8 | Legado |
O quadro é o de uma loja bem operada em cima de uma base que não acompanha. A equipe compensou as lacunas do template empilhando apps de busca, reviews, popups, vídeos e recuperação de carrinho. Cada app cobra duas vezes: na mensalidade e no peso da página.
O backend da Tray responde rápido, isso o rastreio confirma. O problema está depois: em conexão 4G (metodologia Google Lighthouse), a página de produto leva 38,5 segundos para exibir o conteúdo principal, e 94 a 98% desse peso vem dos apps de terceiros, não da loja em si.
| Métrica (4G simulado) | Rigolim · home mobile | Rigolim · produto mobile | Ecommerce BRIIN · home e produto | Referência Google |
|---|---|---|---|---|
| Nota de performance | 48/100 | 41/100 | 80 · 95 | 90+ |
| Conteúdo principal visível (LCP) | 38,5 s | 36,1 s | 6,1 s · 6,3 s | < 2,5 s |
| Primeiro conteúdo (FCP) | 2,9 s | 13,5 s | 3,4 s · 3,4 s | < 1,8 s |
| Travamento da tela (TBT) | 470 ms | 570 ms | 20 · 20 ms | < 200 ms |
| Peso total da página | 7,6 MB | 10,7 MB | 1,1 MB | < 2 MB (boa prática) |
| Requisições | 473 | 379 | 51 · 56 | — |
| Resposta do servidor (TTFB) | ~30 ms (HTML em cache de CDN) | 20-30 ms (cache de página ativo) | < 800 ms | |
A coluna Ecommerce BRIIN é a nossa base em produção, auditada com a mesma metodologia (última medição em 14/08/2026). Melhor em todas as métricas: um oitavo das requisições, um sétimo do peso, tela sem travamento e servidor respondendo na mesma velocidade da Tray, com uma diferença: aqui o controle da otimização é nosso, e a base segue evoluindo. A loja da Rigolim nasceria dessa arquitetura, com a meta de página abaixo de 2 MB descrita na seção de integrações.
A página de produto, onde a compra acontece, pesa 10,7 MB e teve o pior score: 41/100. O próprio auditor do Google alertou que "a página carregou devagar demais para concluir a análise no tempo limite".
O Google Analytics Universal, desativado pelo Google desde 2023, ainda carrega em cada visita, junto com scripts duplicados e cerca de 810 KB de JavaScript que nunca executa. Só a otimização de imagens economizaria 1,9 MB por visita.
Na Tray, a personalização se resume ao tema e aos apps, e é exatamente essa camada que pesa na página. Otimizar de verdade exige controle do código, e a plataforma não entrega esse controle.
Avaliação 100% passiva, sem qualquer teste invasivo: certificados, cabeçalhos de segurança, DNS e e-mail. Nenhuma vulnerabilidade exploratória foi identificada. O hardening, porém, está incompleto em pontos que a Tray não deixa o lojista corrigir.
CSP, X-Frame-Options, X-Content-Type-Options, Referrer-Policy e Permissions-Policy: nenhum presente. São as defesas atuais contra injeção de script e clickjacking. Na Tray, o lojista não tem como configurá-las; dependem de chamado à plataforma.
O servidor ainda aceita TLS 1.0 e 1.1, aposentados desde 2020 e reprovados pelo padrão de segurança de cartões (PCI-DSS). TLS 1.2/1.3 e certificados estão saudáveis. Também fora do controle do lojista na Tray.
A página oficial de status da Tray registra incidentes recorrentes no painel, nos e-mails e nas integrações. O cálculo de frete depende da cotação online dos Correios: quando ela cai, a Tray não tem um plano B — o checkout fica sem frete calculado e o pedido não fecha. A operação já sentiu isso na prática.
Certificados válidos com renovação automática, redirecionamento HTTPS, cookies de sessão protegidos, SPF de e-mail correto e nenhum conteúdo misto na home.
Dos 12 itens de atenção identificados, 9 são travados pela plataforma: não há painel, configuração ou app que os resolva. Numa plataforma própria, todos entram como padrão desde a instalação.
Renderizamos a loja em desktop e mobile e avaliamos página por página. O site é limpo e organizado, mas parece a loja de qualquer marca de cosméticos: a Letícia, o ativo que move as vendas, quase não aparece. E no mobile, de onde vem o público de uma influenciadora, encontramos um problema grave de layout.
Em testes de renderização a 390px (largura de iPhone), as três páginas testadas apresentaram estouro horizontal: títulos cortados, botão "Comprar" da segunda coluna da vitrine fora da tela e calculadora de frete fora da área visível na página de produto. Recomendamos validar em aparelhos reais. Se o problema se confirmar no seu público, ele custa conversão todos os dias.
Nenhuma foto, bio ou seção sobre a fundadora na home. O nome dela aparece apenas em letra miúda na ficha do produto. Quem chega do Instagram não encontra a confirmação de que a loja é dela, e a loja abre mão do seu maior diferencial.
A página de produto não mostra estrelas nem contagem de avaliações ao lado do preço. Os reviews existem, mas ficam atrás de uma aba. Como o schema de avaliações não é emitido, a loja também não ganha estrelas nos resultados do Google.
"Podutos para Textura e Volume" no menu principal, seção de lançamentos duplicada na home, filtro de marcas com 5 variações do mesmo nome, página de produto sem produtos relacionados, CNPJ e endereço ausentes do rodapé.




As três dores relatadas pela operação não são má configuração. São limites documentados pela própria Tray.
O Multi-CD da Tray é oficialmente beta e só é ativado mediante aprovação do time da Tray. A "Declaração de Limitações" oficial da plataforma lista:
| Limitação oficial (documentada pela Tray) | Impacto na Rigolim |
|---|---|
| Estoque fica travado na tela de produtos e só pode ser editado dentro do app Multi-CD | Rotina de estoque mais lenta e engessada |
| A divisão do pedido entre CDs só ocorre depois do pagamento aprovado | Sem reserva por CD no momento da compra, com risco de vender sem disponibilidade real |
| Pedido atendido por 2 CDs gera fretes e pacotes separados, calculados por CD | O cliente vê frete mais caro e fracionado. É exatamente o cenário de vocês |
| Pedidos de marketplace vão sempre inteiros para o CD principal, sem divisão | Inviabiliza operar os dois CDs para marketplace |
| A ativação pode sobrescrever as configurações de frete existentes | Risco operacional na virada |
Quando a API dos Correios falha, e ela falha, a Tray não tem fallback: o checkout trava sem conseguir calcular o frete, e o pedido não fecha. Para 400 pedidos por dia, cada hora de instabilidade tem preço. É exatamente a lacuna que o briin frete resolve: uma tabela própria, offline, que assume o cálculo quando os Correios caem.
Carrinho e checkout não permitem edição de estrutura nem de HTML. Dá para mudar cores, cabeçalho, rodapé e selos, e só. Otimizar a conversão no ponto mais crítico do funil está fora do alcance.
O editor Opencode usa uma versão limitada do Twig: nem todos os recursos da linguagem estão disponíveis. Regras de negócio próprias, como preço por perfil, fluxos para revendedores ou lógica de kits, exigem apps de terceiros e adaptações frágeis.
180 requisições por minuto, paginação de 50 itens e webhooks sem garantia de entrega em tempo real (o reenvio começa cerca de 30 minutos após a falha). Integração profunda com ERP e automações esbarra nesse teto.
Além da mensalidade, a condição atual cobra 2% de todo o faturamento. Se a marca cumprir a meta pública de R$ 12 milhões em 2026, a fatura passa de R$ 13 mil para cerca de R$ 20 mil por mês, sem nenhuma entrega adicional em troca.
A BRIIN desenvolve e opera e-commerces proprietários sobre uma base madura (WordPress e WooCommerce) com módulos exclusivos, escritos em código próprio. Essa base está em produção em um ecommerce do setor de energia e em implantação para um grande grupo do setor financeiro. Não é um tema alugado: cada regra de negócio da Rigolim vira funcionalidade da própria loja.
Frete calculado offline, por tabela própria (PAC e SEDEX por faixa de CEP e peso): o valor sai na hora, mesmo com os Correios fora do ar. Margem configurável por método, frete grátis condicional, prazo extra por produto e simulador na página de produto. O rastreio é automático, integrado à API dos Correios com um caminho alternativo quando ela falha, e o status do pedido atualiza sozinho. Em produção hoje.
Módulo desenvolvido sob medida para a operação Rigolim: estoque por centro de distribuição, divisão do pedido no momento da compra, regra de roteamento configurável (proximidade, disponibilidade, custo) e painel de separação por CD. O frete chega ao cliente do jeito que a operação decidir, unificado ou por pacote. Sem beta e sem aprovação de terceiros: a regra é sua, o código é seu.
Login direto na tela, detecção de conta por e-mail, edição do carrinho sem sair do fluxo, cupom integrado e recuperação de abandono. Cada campo, texto e cor sob controle da operação.
Módulo próprio de hardening cobrindo o OWASP Top 10: cabeçalhos de proteção, política de senha, bloqueio de força bruta e trilha de auditoria. São os mesmos requisitos que aplicamos em projeto para instituição financeira. A correção do DMARC do domínio entra no primeiro dia.
Vendas, pedidos, ticket médio e produtos mais vendidos, com comparativo de período, em painel dedicado. A equipe acessa com perfil somente leitura, sem precisar abrir o admin inteiro.
Design exclusivo construído a partir da marca pessoal: a fundadora em destaque, avaliações visíveis na página de produto e nos resultados do Google, produtos relacionados e kits. A página carrega leve porque busca, reviews e recomendação são recursos nativos, não 19 apps pendurados.
O CRM de retenção que vocês já usam segue funcionando: a Zoppy declara compatibilidade com WooCommerce e mantém API aberta com webhooks. Os fluxos de e-mail, SMS e WhatsApp (carrinho abandonado, aniversário, recompra, indicação e giftback) continuam rodando com os mesmos dados, porque pedidos, clientes e eventos de carrinho saem da nova loja em tempo real. Com o checkout em código próprio, o giftback pode ser aplicado direto como desconto na tela de pagamento e o campo de aniversário entra no cadastro, coisas que na Tray dependem do que o app pronto permite.
Hospedagem em nuvem gerenciada pela BRIIN sobre a plataforma Virtuozzo (SaveInCloud), em datacenter brasileiro certificado. É a mesma infraestrutura que opera as lojas que administramos hoje.
Servidor dedicado à Rigolim (LiteSpeed, PHP atual, MariaDB e Redis), SSL automático e monitoramento contínuo com alertas. O ambiente é dimensionado para a operação atual, na casa dos 400 pedidos por dia, com teto de escala configurado para absorver picos de lançamento sem intervenção manual. Quando um lançamento da Letícia multiplicar o tráfego, a infraestrutura acompanha, em vez de dividir recursos com milhares de outras lojas.
A conta de 5 mil pedidos por dia, pra deixar registrado o teto: na hora de pico isso significa cerca de 1.000 pedidos por hora, ou 0,3 checkouts por segundo. O grosso do tráfego é navegação de catálogo, servida pelo cache como página estática, sem tocar no banco. O ambiente cresce em dois movimentos: primeiro vertical (o mesmo servidor sobe até 8 GB e 25 GHz, automaticamente e sem indisponibilidade), depois horizontal (nodes adicionais atrás de load balancer, banco em servidor dedicado e workers de fila separados). A plataforma provisiona o balanceador sozinha ao adicionar o segundo node.
As integrações acompanham: nessa escala, o Bling usaria de 12 a 20% do limite diário da API, e a fila escoa o pico em minutos. A infraestrutura completa para esse volume fica na faixa de R$ 800 a R$ 2.000 por mês. Como referência, os 2% da Tray sobre o faturamento correspondente custariam cerca de R$ 160 mil por mês. Antes de qualquer campanha que mire esse volume, rodamos teste de carga no ambiente pra validar os números na prática.
Na plataforma atual, quando há incidente, não existe alavanca do lojista: espera-se a Tray resolver. Na plataforma própria, o nível de proteção é uma escolha. A SaveInCloud opera três datacenters TIER III em regiões diferentes do Brasil (Vinhedo-SP, Fortaleza-CE e Brasília-DF), o que permite inclusive um servidor reserva em outra região.
| Nível | O que cobre | Como funciona | Investimento |
|---|---|---|---|
| Base | Falha de hardware e de serviço | Container religado em outro host do cluster, restart automático dos serviços e backup diário criptografado em nuvem separada | Incluso na mensalidade |
| Redundância no datacenter | Falha de um servidor de aplicação ou do banco | Dois nodes de aplicação atrás de load balancer e banco com réplica: um cai, o outro segue atendendo | Opcional: R$ 390/mês |
| Servidor reserva em outra região | Queda do datacenter inteiro | Ambiente standby em Brasília ou Fortaleza com réplica contínua do banco, mídia em CDN e failover automático de DNS. Virada em 5 a 15 minutos, sem perda de dados, com teste de failover agendado antes do go-live e depois periodicamente | Opcional: R$ 690/mês |
Mapeamos os ~19 serviços que rodam na loja atual. Na migração, cada um cai numa de quatro categorias, e é isso que resolve o problema de performance: a página deixa de carregar o que pode rodar no servidor, virar recurso nativo ou simplesmente sair.
| Categoria | Serviços de hoje | Como ficam no WooCommerce |
|---|---|---|
| Ficam como estão | GA4, Google Tag Manager, Meta Pixel, TikTok Pixel, Google Ads | Pixels de mídia, carregados com defer e após a primeira interação. Peso controlado, na casa de 0,5 a 0,9 MB somados |
| Ficam, sem pesar na página | Zoppy (CRM e retenção), Bling (ERP) | Integração por API no servidor, em fila assíncrona. Peso zero no navegador do cliente |
| Viram recursos nativos | SmartHint (busca e recomendação), Elfsight (reviews), iShorts (vídeos), PopConvert (popups), Rastreio Empreender | Funções da própria loja, sem script externo e sem mensalidade de app |
| Saem por redundância | CartStack e MyPerfit (a Zoppy já cobre carrinho abandonado e e-mail), GA Universal (desativado pelo Google em 2023), rastreadores de agência (Wake, Nemu, HintUp, Performa.ai, Martz) | Auditados um a um na fase de descoberta. Sai o que não gera dado que alguém usa |
A regra de arquitetura é uma só: nenhuma chamada externa roda no caminho da página ou do checkout. Pedido criado entra numa fila em segundo plano, que sincroniza com o Bling respeitando os limites oficiais da API (3 requisições por segundo e 120 mil por dia; com 400 pedidos diários, a operação usa menos de 1% disso). Se o Bling cair, a loja continua vendendo e a fila sincroniza quando ele voltar, com alerta se acumular. O caminho inverso já roda em produção na nossa base: o código de rastreio lançado no Bling atualiza o status do pedido sozinho.
Dos 7,47 MB de terceiros medidos na home atual, o que precisa continuar no navegador são os pixels de mídia, menos de 1 MB somados. Busca, reviews, vídeo e popups viram código da própria loja, e CRM e ERP rodam no servidor. Com isso a meta de página abaixo de 2 MB e conteúdo principal em menos de 2,5 segundos é de engenharia, não de promessa: é questão de arquitetura, no lugar onde a Tray não deixa mexer.
| Dimensão | Tray (hoje) | Plataforma própria BRIIN |
|---|---|---|
| Multi-CD (2 centros) | Beta: divisão só após o pagamento, fretes fracionados, sem divisão para marketplace | Sob medida: estoque por CD, divisão na compra, regra de roteamento definida por vocês |
| Frete com Correios instável | A cotação online cai e o checkout trava sem calcular frete: o pedido não fecha | briin frete offline: tabela própria, sempre no ar, margem configurável |
| Checkout | Estrutura fechada, só cores e selos | Em etapas, 100% editável, otimizável para conversão |
| Performance | 48/100 mobile · 7,6 a 10,7 MB · ~19 apps externos | Recursos nativos, página leve por arquitetura |
| Regras de negócio próprias | Limitadas ao tema (Twig restrito) e a apps de terceiros | Qualquer regra vira código: kits, revenda, cashback, B2B |
| Segurança configurável | Cabeçalhos e TLS travados pela plataforma | Hardening OWASP incluído e DMARC corrigido |
| SEO | Sem estrelas no Google, H1 genérico, codificação legada | Schema completo (produtos e avaliações), migração com redirecionamentos |
| Dados & integrações | API limitada a 180 req/min, webhooks sem garantia | Banco de dados próprio, integração direta com ERP e CRM |
| CRM de retenção (Zoppy) | Conectada pelo app da plataforma | Continua, via API e webhooks, com giftback aplicado no próprio checkout |
| ERP (Bling) | Sincronização sujeita aos limites e webhooks da Tray | Fila assíncrona própria: se o Bling cair, a loja segue vendendo e sincroniza depois |
| Custo mensal | R$ 1.200+ mais 2% do faturamento (~R$ 14,2 mil/mês) | Mensalidade por faixa de pedidos, a partir de R$ 3.490, sem percentual sobre vendas |
| Quando a marca dobrar | A fatura dobra junto (2% de tudo) | Muda de faixa pelo volume de pedidos: em 5 mil pedidos/dia, R$ 12.690 contra ~R$ 160 mil dos 2% |
| Propriedade | Loja alugada: sair significa recomeçar | Plataforma no seu domínio, com seus dados e evolução contínua |
A conta é direta: a taxa de 2% custa cerca de R$ 13 mil todo mês. A plataforma própria elimina essa taxa e substitui a mensalidade da Tray por uma mensalidade por faixa de pedidos, que acompanha o custo real de infraestrutura, não o faturamento. A diferença paga o desenvolvimento em cerca de 5 meses.
O critério é o que gera custo de verdade: volume de pedidos exige servidor, fila e suporte; faturamento não. A faixa é definida pelo total de pedidos do mês anterior, visível no próprio painel, e reavaliada todo mês. Um pico pontual de lançamento não muda a faixa; mudança sustentada de volume, sim, porque a infraestrutura cresce junto.
| Faixa | Pedidos por mês | Equivalente por dia | Mensalidade | Custo por pedido (faixa cheia) |
|---|---|---|---|---|
| 1 · atual | até 18 mil | até ~600 | R$ 3.490 | R$ 0,19 |
| 2 | 18 a 36 mil | ~600 a 1.200 | R$ 5.690 | R$ 0,16 |
| 3 | 36 a 54 mil | ~1.200 a 1.800 | R$ 7.290 | R$ 0,14 |
| 4 | acima de 54 mil | acima de ~1.800 | R$ 12.690 | R$ 0,08 em 5 mil pedidos/dia |
Pra comparar: na condição atual da Tray, com ticket médio na casa de R$ 54, os 2% equivalem a cerca de R$ 1,08 por pedido, em qualquer volume. Aqui o custo por pedido cai conforme a operação cresce. No cenário de 5 mil pedidos por dia, a diferença é R$ 12.690 contra cerca de R$ 160 mil por mês.
Valores de referência para dimensionamento. Condições finais, formas de pagamento e escopo detalhado seguem na proposta comercial que acompanha este diagnóstico. As taxas do gateway de pagamento (adquirência) existem em qualquer cenário e não entram nesta conta.
A loja atual segue vendendo normalmente durante todo o projeto. A virada acontece no final, com redirecionamentos que preservam o SEO e acompanhamento dedicado.
Imersão na operação (CDs, fluxos de separação, regras de frete), arquitetura da informação e design exclusivo a partir da marca pessoal da Letícia.
Loja completa: catálogo, checkout em etapas, briin frete com as tabelas da operação, contas de cliente, painel executivo e integrações (pixels, e-mail, ERP).
Desenvolvimento e homologação da divisão de pedidos com a regra de roteamento definida na descoberta, testada com pedidos simulados dos dois CDs.
Migração de catálogo, clientes e conteúdo, mapa completo de redirecionamentos e bateria de testes: funcional, performance, segurança e mobile em aparelho real.
Go-live assistido, DNS e DMARC corrigidos, monitoramento intensivo nas primeiras semanas e treinamento da equipe nos painéis.